sexta-feira, 11 de novembro de 2011

In the name of love.

Todos nós andamos a busca de um amor verdadeiro, do par ideal, para alguns tem sido o trabalho mas árduo pelo o qual irão passar: a grande viagem em busca de novas emoções e sensações. Em certa altura já pensamos que não vale de nada procurar, e não vale, o amor verdadeiro esse haverá de chegar quando menos esperarmos. Sinto que falta de um abraço forte, tenho saudades de ouvir palavras que não durem apenas uma semana, tenho saudades de "amo-te" sincero, tenho saudades de sentir todas aquelas borboletas no estômago, tenho saudades de me sentir apaixonada seja pelo certo ou pelo errado.
Tenho saudades de olhar para uma pessoa e não encontrar defeitos mesmo sabendo que todos nós os temos. Quero viver um amor rechiado de supresas, quero correr a chuva de mãos dadas, quero ouvir olhos nos olhos "queres namorar comigo?", quero acordar e adormecer a pensar numa pessoa que me daria o mundo só para me ver feliz, quero sentir eforia sem explicação, quero que as músicas românticas passem a fazer realmente sentido.
Quero começar a ver o mundo de uma maneira diferente e pensar que nada nos pode atingir e deixar de lado os antigos pensamentos e derepente valorizar cada segundo, quero sentir ciúmes mesmo não tendo razão para tal.
Quero aceitar o desafio do compromisso de vivermos a sadia convivência, quero amar e ser amada para temos a consciência que o nosso namoro suporta diferenças e que apesar disso não recusamos em planejar o futuro. Quero sentir que o amor não é só sufrer, quero sentir alegria por amar.
Só quero ser feliz sem ter medo de arriscar com medo de me magoar. A verdade é que não precisamos de um namorado/a do nosso lado para sermos felizes, mas por vezes tudo o que essa pessoa trás consigo completa nos de uma maneira que nem nós sabemos explicar.
Sei que o amor é dificil para os indecisos, é assustador para os medrosos mas consegue ser avassalador para os apaixonados! Mas ou mesmo tempo, os vencedores no amor são os mais fortes. Os que sabem o que querem e não desistem a primeira desilusão.
Confesso que as vezes a ansiedade quase me mata metaforicamente mas prefiro sonhar, porque sonhar é nunca desistir da busca de ser feliz.



                                   

Sem comentários:

Enviar um comentário